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terça-feira, 3 de julho de 2007

Jim Morrison

A Taberna assinala o 36º aniversário da morte de Jim Morrison, vocalista da lendária banda, compositor e poeta.

terça-feira, 5 de junho de 2007

RATM

Depois de sete anos de interregno, os Rage Against the Machine estão de volta. Só podia, depois de tantos disparates do senhor Bush.
Prometem regressar com a mesma energia, com a mesma atitude, com a mesma vontade de mostrar, através das letras, ideais de justiça social. Contra a censura sempre empunhando a bandeira da liberdade.
Ao assistir a este espectáculo nem parece que o quarteto de Los Angeles esteve separado. Voltam a actuar em Julho (Nova York) e Agosto (Califórnia). Até lá, fica este vídeo do Festival Coachella na Califórnia.

sábado, 2 de junho de 2007

The Clash - Know Your Rights

Numa semana marcada pela luta na defesa dos nossos direitos, aqui fica este vídeo dos The Clash:

quinta-feira, 31 de maio de 2007

The Nightwatchman - The Road I Must Travel

Tom Morello comemorou ontem, dia 30 de Maio, 43 anos de vida e a Taberna assinala o seu aniversário com um vídeo do seu novo projecto a solo, intitulado de The Nightwatchman.



Morello é o mítico guitarrista de Rage Against the Machine (RATM), banda que anunciou o seu final no ano 2000, dada a saída do vocalista Zack de la Rocha. No ano seguinte, o grupo renasce, com novo nome e com novo vocalista. Audioslave, era o nome do projecto que juntava Chris Cornell, ex-vocalista dos Soundgarden, a Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk, os restantes membros de RATM. Resultado, três discos gravados e um concerto ao vivo em Cuba. Depois de sete anos, já em Fevereiro deste ano, Cornell alega "conflitos pessoais e diferenças musicais" para justificar a sua saída de Audioslave. Tom Morello anuncia dias mais tarde, que os RATM estão de volta chegando mesmo a marcar três concertos nos EUA. Morello justifica esta acção com o facto de sentir que o seu país tem de acordar para a problemática da guerra, pretendendo com estes concertos alertar os americanos.


Mais recentemente e já no âmbito da apresentação do projecto The Nightwatchman, Thomas Morello passou por Portugal, fazendo a 1ª parte do concerto de Dave Mathews Band em Lisboa no passado dia 25 de Maio.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

sexta-feira, 11 de maio de 2007

quarta-feira, 2 de maio de 2007

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Paulo de Carvalho - E depois do Adeus

«"E depois do Adeus" foi a canção que serviu de senha de início da revolução de 25 de Abril de 1974. Com letra de José Niza e música de José Calvário a canção foi escrita para ser interpretada por Paulo de Carvalho na 12ª edição do Festival RTP da Canção, do qual tinha saido vencedora pouco tempo antes.

Com a transmissão de "E depois do adeus", pelo Emissores Associados de Lisboa às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974, era dada a ordem de partida para a saída dos quartéis .»

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Cheira a liberdade

Desculpem mas penso que o autor em vez de "cheirinho a alecrim" queria cantar CHEIRA A LIBERDADE!

terça-feira, 10 de abril de 2007

"Há sempre Alguém que Resiste, Há sempre Alguém que Diz Não"

Graças à sugestão de um cliente nosso, vimos recordar, um homem dotado de uma grande voz, um músico da liberdade, um importante artista resistente da segunda metade do século XX, que cedo nos deixou.

Cito as palavras que me levaram a fazer esta homenagem “o Adriano, se fosse vivo, faria hoje (9 de Abril) 65 anos. Recordemo-lo, então – e às suas belíssimas canções de resistência e de amor; e à sua voz límpida e pura; e ao seu jeito fraterno e solidário; e à sua coerência revolucionária; e ao seu exemplo de camarada”.


segunda-feira, 12 de março de 2007



Este post é para todos os taberneiros. Obrigado pelo apoio. Hoje e sempre a união faz a força.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Para sempre Abril, para sempre Zeca

23 de Fevereiro de 1987. Foi há 20 anos que Portugal viu desaparecer uma das maiores vozes de Abril, Zeca Afonso. De Abril, mas sobretudo de sempre, porque a resistência contou com ele ontem, hoje e continuará a fazê-lo daqui por diante. Não podendo deixar passar esta data incólume, a Taberna homenageia assim um dos mentores da música de intervenção no nosso país. Zeca, não é apenas a voz de "Grândola". O compositor e homem da música popular portuguesa deixou-nos um vasto e notável trabalho, em que as suas canções iam de encontro ao protesto e à resistência. Resistência antifascista, conceito que para sempre estará associado ao cantor. Zeca nunca se deixou adormecer, querendo sempre estar na linha da frente da luta e da revolução juntamente com movimentos e personalidades de esquerda. O rosto da utopia morreu abandonado pelas instituições, mas não por nós, pois os resistentes, lutadores, precisam uns dos outros. Precisam de um José Afonso eterno. Para sempre Abril, para sempre Zeca.

"Admito que a revolução seja uma utopia, mas no meu dia a dia procuro comportar-me como se ela fosse tangível. Continuo a pensar que devemos lutar onde exista opressão, seja a que nível for."
José Afonso

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

«Que hei-de dizer-lhes acerca da Música, que os interesse e que esteja ao meu alcance?»

Título: palavras de Fernando Lopes-Graça (maestro, músico e compositor, 1906-1994)

Confesso que houve uma tentativa da minha parte para definir MÚSICA. Abandonei essa ideia, porque não é necessário decifrar algo que é sobejamente UNIVERSAL e TRANSVERSAL, que toca os sentimentos mais profundos da essência humana.
As músicas marcam-nos, muitas acompanham-nos ao longo da vida enquanto outras num determinado espaço de tempo, outras relembram-nos momentos, outras são de intervenção (e que papel essas têm), outras nascem da poesia, etc., etc.…
A música faz parte do nosso dia-a-dia. Desde o acordar ao deitar a música passa pelos nossos ouvidos: é no despertador; é no rádio enquanto tomamos banho; nos transportes públicos quando nos deslocamos; no local de trabalho; no restaurante enquanto almoçamos; no nosso carro, ao fim do dia, quando nos deslocamos para o bar onde convivemos com os amigos. Agora e sempre a música estará presente.

Daí a imperatividade de incluirmos neste espaço, que se pretende de divulgação política e cultural, com objectivo de divulgação plural, a música. Porque, sem dúvida, a música acompanhar-nos-á na caminhada pela Libertação.

Em nome deste colectivo de taberneiros, declaro aberto o Balcão da Música na Taberna dos Tertuliantes deste país!